Estupro coletivo em Divinópolis: quatro menores são apreendidos após denúncia

Divinópolis Cidades

Crime ocorrido no bairro Quinta das Palmeiras mobilizou forças de segurança; vítima de 14 anos foi salva por testemunha que passava pelo local.

A Polícia Militar de Minas Gerais agiu rapidamente nesta quarta-feira (22) para apreender quatro menores, de 13 e 14 anos, suspeitos de estupro coletivo em Divinópolis. O crime ocorreu no bairro Quinta das Palmeiras, quando a vítima, uma adolescente de 14 anos, foi abordada enquanto seguia para a escola.

Detalhes da abordagem e violência

A vítima caminhava pela Rua Pedestre A, por volta de meio-dia, quando foi cercada por três dos envolvidos. Sob ameaças graves e agressões verbais, os suspeitos roubaram a mochila da jovem e a forçaram a acompanhá-los. Os criminosos afirmaram que a violência seria intensificada caso ela oferecesse qualquer tipo de resistência física.

Interrupção do crime em área de mata

Após os abusos iniciais, o grupo levou a adolescente para uma região de mata perto da Igreja Santo Expedito. Nesse local, um quarto envolvido se juntou ao grupo para dar continuidade aos atos de violência sexual. A agressão só foi interrompida porque um idoso passava pelas proximidades e percebeu a movimentação suspeita.

Assustados com a presença da testemunha, os quatro adolescentes fugiram correndo do local e buscaram refúgio em suas casas.

Ação da Polícia Militar e assistência à vítima

Após o acionamento via Copom, os militares localizaram todos os suspeitos em suas residências, já que são vizinhos da vítima. Os responsáveis legais acompanharam a condução dos menores até a Delegacia de Polícia Civil de Divinópolis.

A jovem foi encaminhada ao Complexo de Saúde São João de Deus para a realização de exames e protocolos médicos. A adolescente segue sob cuidados da família e deverá receber suporte psicológico especializado após o trauma sofrido.

Vigilância e justiça

O caso gerou forte comoção na região Centro-Oeste e reforça o papel crucial da população em denunciar atitudes suspeitas. As autoridades agora trabalham para que as medidas socioeducativas previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente sejam aplicadas.

A rápida identificação dos envolvidos foi fundamental para garantir que o ato não ficasse impune perante a Justiça mineira.

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